Para quem é
A Plataforma de Concursos de Projetos atende quem precisa escolher um projeto por concurso público: conselhos de arquitetura e urbanismo, institutos, prefeituras, universidades e organizações culturais. Essas instituições têm em comum a exigência do processo. O concurso precisa ser público, para que qualquer interessado acompanhe regras e prazos. Precisa ser sigiloso, para que a comissão julgue o projeto e não o nome de quem o assina. E precisa ser auditável, para que cada decisão possa ser conferida depois.
A plataforma foi feita para essas três exigências ao mesmo tempo. Ela atende concursos de arquitetura, urbanismo, design e fotografia, além de premiações de TCC. Para seleções sem julgamento anônimo, a mesma base atende chamadas abertas, com exemplos no catálogo de chamadas.
Como funciona
Do ponto de vista de quem promove o concurso, o trabalho corre em quatro passos.
Briefing e edital. A gente entende o objeto, o público e o cronograma. Com a comissão organizadora, transformamos o edital em regras de sistema: quem pode se inscrever, o que cada participante entrega, em que formato e até quando.
Site e inscrições. O concurso ganha um site próprio, com domínio, identidade visual e conteúdo do promotor. Edital, anexos, cronograma e comunicados ficam no mesmo lugar. A inscrição é online, com aceite do edital. As consultas dos participantes são respondidas publicamente, e o histórico de perguntas e respostas fica aberto para todos.
Entregas e julgamento. Os participantes enviam pranchas, memoriais e anexos pelo site, dentro do prazo do cronograma. Cada entrega recebe um código, e a autoria não aparece para a comissão julgadora. A comissão avalia pelo painel, em rodadas, e cada decisão fica registrada. Se houver empate, o desempate também fica registrado e pode ser auditado.
Resultado e recursos. O resultado é publicado por fases no próprio site. Recursos e impugnações chegam pelo mesmo sistema. A autoria dos projetos só é revelada nesse momento, depois do julgamento.
A WMJ cuida do site, da operação e da segurança. A gente configura o concurso, coloca o site no ar, acompanha os prazos do cronograma e dá suporte durante todo o concurso. O sistema guarda um registro centralizado das ações, protege o site contra abuso e controla o acesso por papel: participante, comissão e organização veem apenas o que cabe a cada um.
Você cuida do que é da instituição. O edital e as regras do concurso são do promotor, assim como a escolha da comissão julgadora e a comunicação institucional. A gente não escreve o edital nem decide o concurso. A gente garante que o que o edital diz aconteça no sistema do jeito que foi escrito.
Essa divisão tem um efeito prático: o promotor não precisa de equipe técnica. A comissão só precisa acessar o painel.
Depois do resultado
Quando o resultado sai, o site não sai do ar. Ele fica como registro público do concurso pelo período combinado, com o resultado e os documentos. Quem quiser conferir o edital, as respostas às consultas ou o resultado encontra tudo no mesmo endereço.
Para a instituição, isso é uma prestação de contas pronta. Para quem participou, é o acesso ao histórico do processo de que fez parte.